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Culinária


Quantas vezes já não fomos a um lugar por causa de sua propaganda? Quantas vezes fomos maltratados em um estabelecimento comercial “do momento”? Quantas vezes já não ficamos decepcionados em um restaurante, porque o prato não veio conforme mostrava a foto do cardápio?

Ainda bem que existem bons exemplos a compartilhar.

Thai, localizado em frente ao Casa Grande Hotel Resort e Spa, no Guarujá, promete e cumpre.

Nesse restaurante de culinária tailandesa bem localizado no litoral sul de São Paulo, o mais importante é a semelhança. Tudo que o moderno cardápio – apresentado na tela de um tablet – anuncia, os bem
treinados garçons trazem à sua mesa, exatamente feitos, arrumados e decorados como nas fotos. Seja um delicioso arroz de jasmim, interessantes bolinhos de carne com leite de côco, ou um surpreendente sorvete de chá-verde com manga. Para arrematar, a vista para o mar ajuda a criar o clima perfeito para um jantar romântico e inesquecível.

Viagem

Campos do Jordão é um dos destinos certos para quando chega o clima frio no estado de São Paulo. Seja durante o inverno, quando as ruas se enchem de visitantes a procura de eventos do tradicional festival, ou em um final de semana aleatório, quando os restaurantes e lojas ficam menos lotados, o centro da cidade tem um charme que lembra uma cidadezinha européia.

Fachadas típicas da Alemanha, postes enfeitados com flores, e paralelepípedos com figuras de folhas e araucárias dão o tom para casais em busca de uma estada romântica ou para amigos que querem boa gastronomia regada a um bom vinho.

O mais importante em Campos do Jordão é a companhia. Dependendo com quem se viaja, o programa é um, e a imagem que se tem da cidade é outro. Mas uma dica que pode ser aproveitada em todos os casos é investir em um bom casaco, mesmo que a previsão do tempo seja de clima ameno ou quente.

Viagem

Sempre ouvimos que “saber falar é importante, mas saber ouvir é fundamental”. Isso é perceptível com a passagem do tempo, o amadurecimento e experiências positivas e negativas que se acumulam em nossas vidas. Essa máxima é válida para quando se dialoga com um amigo, quando se discute com o parceiro, e, fazendo uma analogia, para quando se visita uma megalópole, como por exemplo Nova York. Como uma das maiores e mais populosas cidades do mundo, o barulho nas ruas é constante, e quem não consegue escutar, pode acabar se perdendo. No diálogo ou nas ruas.

Nada mais turístico – e necessário, pelo menos uma vez – na cidade, do que visitar o Empire State ou o Top Of The Rock, ambas atrações que consistem em subir ao topo dos dois prédios mais altos atualmente (desconsiderando o novo complexo do WTC), e apreciar a vista.

Ao se deparar com uma cidade da magnitude de Nova York, do alto, o mais importante é ouvir. Ouvir a força do silêncio, e conseguir perceber as linhas, as cores e os caminhos da cidade, coisas que só se consegue fazer com a ausência do som. Claro que, dependendo do horário e dia da semana, até no topo desses prédios é um desafio ouvir algo que não seja flashes de câmeras fotográficas e gritos de turistas impressionados. Mas vale a pena tentar, a recompensa é garantida. E a beleza da experiência, gratificante.