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Geral

Praticar pilates é se colocar diante de um novo desafio a cada sessão. Movimentos incomuns, força! Posições complicadas de se manter, mais força! Após a aula, dores em músculos cuja existência era até então desconhecida. Força e paciência!

No pilates, o mais importante é a força. Corporal e mental. Após um tempo, fica claro que o físico e o psicológico trabalham juntos, e esse é o grande equilíbrio ganho ao se praticar essa atividade.

Boa sorte aos iniciantes, e parabéns aos praticantes.

Culinária

Restos de comida na geladeira. Preguiça de cozinhar. Vontade de comer algo rápido, fácil e gostoso.

Se na sua despensa você ainda encontrar um pouco de farinha e alguns ovos, então pronto, você tem uma deliciosa refeição.

Gastronomia à parte, e aulas de culinária que me perdoem por esse lapso, na cozinha o mais importante é improvisar. Qualquer mistura bem feita, com ingredientes que sobraram de outras refeições, e a ajuda de ovo e farinha de trigo, pode resultar em um divertido bolinho assado. E se for possível acrescentar arroz – integral, negro, vermelho, cateto etc – um bolinho de arroz diferente e saudável nasce como mágica.

Afinal, cozinhar tem mesmo um “quê” de feitiçaria, não é mesmo?

Culinária

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Uma casa antiga quase escondida no bairro de Pinheiros.  Essa é a primeira impressão do restaurante Olea, em São Paulo. Mas basta adentrar a porta e um amplo jardim se abre à frente, oferecendo diferentes ambientes à escolha para se acomodar, e todos eles com vista para a natureza. Com decoração rústica, o premiado restaurante serve alimentos orgânicos e naturais, trabalhados em pratos de inspiração italiana e culinária saudável.

A vitrine de frutas, legumes, verduras e mozzarellas é seu ponto forte, e lá o cliente pode escolher à vontade os ingredientes e montar uma salada personalizada, que acompanha um grelhado.

No Olea, o mais importante é o arranjo. Da construção com a decoração,  da conveniência com a saúde, dos aromas e dos sabores. E o arranjo do prato com o humor fica por conta do cliente.

 

Serviço: Olea Mozzarella Bar

Viagem

Dos mesmos criadores do Central Park (isso mesmo, os dois parques foram projetados e construídos “artificialmente”), o Prospect Park, no Brooklyn, é um show à parte para quem se arrisca a conhecer mais do que Manhattan em uma viagem a Nova York.

Não tão grande quanto seu irmão mais velho, pode ser mais agradável de se visitar, especialmente na Primavera, quando os extensos gramados ficam repletos de árvores floridas e visitantes em busca de um lugar ao sol (sem trocadilhos).

Com espaços reservados a esportes, atividades educacionais, concertos ao ar livre e o único lago do Brooklyn, o mais importante do parque é a atmosfera. Um elegante bosque que convida os mais ativos a uma atividade física cercados pela natureza, e os mais tranquilos ao relaxamento e descanso à sombra de uma bela árvore.

Para conhecer mais do Prospect Park: www.prospectpark.org

Culinária

Para os amantes da culinária árabe, um dos pratos preferidos é sempre o quibe. Em sua versão assada, é mais saudável e reúne porções de carboidrato e proteína de uma forma interessante e saborosa.

Sempre que faço essa receita para amigos e familiares, é certeza de sucesso. Mas o segredo não está na mistura de carne bovina com carne suína, ou no recheio de queijo. O mais importante é o limão. Ele dá a acidez necessária para que o prato fique leve e ainda mais gostoso. Segue a receita que sempre uso.

Ingredientes:

  • 800g de carne bovina moída
  • 200g de carne suína moída
  • 500g de trigo para quibe
  • 1 tomate sem semente picadinho
  • 2 cebolas picadinhas
  • 3 dentes de alho picadinhos
  • 2 colheres de azeite de oliva
  • 1 copo de requeijão ou catupiry
  • suco de ½ limão
  • hortelã a gosto
  • sal a gosto
  • pimenta síria ou molho tahine a gosto

Modo de preparo:

Primeiro, é preciso deixar o trigo para quibe de molho por aproximadamente 3 horas em água fria. Se estou com pressa, coloco água fervente e em 40 minutos o trigo está pronto para ser usado. Enquanto o trigo hidrata, refogue cerca de 1/3 da carne com um pouco da cebola e do alho, e reserve. Depois de escorrer bem o trigo, misture a ele o restante da carne e os demais ingredientes, menos o requeijão ou catupiry. Regue o fundo de uma travessa de vidro com um pouco de azeite e estenda metade da mistura crua no fundo, subindo um pouco pelas laterais. Coloque como recheio a carne refogada e o requeijão ou catupiry, e depois cubra com a outra metade da mistura crua. Para finalizar, regue com mais um pouco de azeite. Cubra a travessa com papel alumínio e asse em forno médio por cerca de 50 minutos, tirando o papel alumínio nos 15 minutos finais.

Quem não pode comer queijo, pode fazer a receita da mesma forma, excluindo o requeijão. O essencial é o limão, e o carinho no preparo.

Geral

O mundo gira em torno de horários, que devem ter sido criados para ajudar no controle da sociedade. Mas muitas pessoas não seguem o chamado “horário comercial” para trabalhar, ou mesmo para dormir. Algumas delas afirmam, inclusive, que produzem mais durante a madrugada, quando há mais silêncio, menos interrupção por telefones, e consequentemente mais tempo útil para a inspiração.

Sentir-se desconfortável, pressionado ou até culpado por não estar dormindo, quando todo o resto do mundo (ou pelo menos do Brasil) está, para mim, é comum. Pior ainda é sentir sono quando todo o resto do mundo está trabalhando. Mas e o ócio criativo, tão valorizado pelos psicólogos e filósofos, não pode tomar parte de um indivíduo durante a madrugada? Ou só se tem espaço para a ansiedade?

Ao invés de ficar na eterna contagem do “se eu dormir agora, vou dormir x horas….se eu dormir agora, vou dormir y horas”, que tal fazer um exercício de relaxamento? Uma atividade respiratória, uma mini-meditação? Mas, viu, quem consegue, com esse calor?

O mais importante é o ritual. Se houver uma rotina, a ser repetida todas as noites, o sono vem mais rápido. Como se de avião, ao invés do ônibus lotado na estrada esburacada das noites de insônia. O ritual passa a afetar o seu cérebro de tal forma, que só se percebe que funcionou no dia seguinte. Se mesmo assim não funcionar – e excluindo quem sofre de doença crônica – um bom banho antes de ir para a cama e o travesseiro certo devem resolver.

Culinária

Os chamados sucos verdes estão na moda, e tiveram ainda mais adeptos após o carnaval, já que servem para ajudar a limpar e desintoxicar o organismo, regulando o metabolismo. Geralmente levam muitos ingredientes “verdes”, como couve e hortelã, e frutas diuréticas como o abacaxi.

Muitas receitas desses tipos de suco surgem a cada dia, e eu mesmo já provei várias, inclusive com indicações de uma nutricionista. Depois de vários testes, cheguei a uma que considero a melhor. Nela, o mais importante é a combinação. Dos ingredientes com a textura, e do sabor com a eficácia.

Para que esse suco fique parecendo um smoothie – e aí está o grande atrativo dessa receita – é preciso que todos os ingredientes estejam gelados ou, melhor ainda, congelados.

Você vai precisar de:

  • 1 polpa congelada (100g) de tangerina ou laranja
  • 1 folha de couve manteiga
  • 1 buquê pequeno de brócolis
  • 1 talo de agrião
  • 1 talo de hortelã
  • 3 fatias de abacaxi
  • 300 ml de água de côco
  • gengibre a gosto
  • gotas de limão para aromatizar

O segredo é colocar no liquidificador primeiro os ingredientes líquidos, e aos poucos ir acrescentando os sólidos/congelados. E não colocar açúcar! Se você não estiver acostumado a um sabor mais natural, ou achar a mistura um pouco azeda, pode adoçar com um pouco de açúcar orgânico ou adoçante.

Combinar hábitos saudáveis, como exercícios físicos diários e consumo de legumes e verduras, também ajuda na eficácia desse suco verde detox. Mas que ele, por si só, é uma delícia, isso é!

 

Geral

O verão veio com toda a força este ano. Há muito tempo não tínhamos temperaturas tão altas em todo o Brasil.

Essa época do ano é boa para ir à praia, fazer mais programas ao ar livre, curtir o sol…será? 2014 pode entrar para a história como um ano bem difícil de se conseguir ficar na praia – com sensação térmica de 60 graus, de se sair para trabalhar e não voltar suando em bicas, ou de se desistir de qualquer programa ao ar livre em nome de ficar em um ambiente resfriado.

Todo mundo sabe que nessa estação é fundamental ter uma alimentação mais leve com bastante frutas, legumes e verduras, beber bastante líquido (principalmente água) e cuidar da pele com limpeza e hidratação adequadas.

Mas o que é mais importante no verão? Um bom ventilador? Um ar-condicionado novo? Uma dieta alimentar diferenciada? Uma casa na praia? Férias? Na minha opinião, o mais importante é o protetor solar.

Não adianta negarmos o fato de que o sol tem raios prejudiciais, de que nossa pele é sensível a eles, e de que doenças graves podem nos acometer sem o uso de um filtro contra a incidência dos raios solares. E não resolve apenas uma alimentação adequada ou cuidados após a exposição ao sol.

Então, por menos vaidoso que você seja, e independente de sair para trabalhar ou passear, tenho algo a dizer – e me permita aqui parafrasear a versão de Pedro Bial para o texto de Mary Schmich – use filtro solar.

 

Colaboração: Trato Estética e Bem-Estar para Homens

Geral

Correr é um exercício que exige muito treino. Não é fácil conseguir completar ao menos 10km em uma prova, sem antes ter se preparado da forma adequada.

Diferentes correntes da educação física dão conta de que uma alimentação leve e balanceada antes de cada treino, e especialmente de uma prova longa (a partir de 5km) podem fazer a diferença, ou então que o uso do tênis certo para cada pisada é o item fundamental para conseguir ter o impulso certo e o menor impacto possível no solo. Há ainda quem afirme que manter-se hidratado durante a prática do exercício é o que permite força para continuar o percurso.

Pratico corrida há 5 anos, apesar de estar menos assíduo ultimamente, por conta da rotina e problemas no joelho. Com experiência de causa, digo que todas as afirmações anteriores são fundamentais, além de treino constante. Mas, durante uma prova de corrida, o mais importante é a concentração. Forçar a mente a pensar no objetivo final, no ganho de saúde, e deixar-se contaminar pela motivação de outros corredores próximos a você, durante todo o trajeto percorrido. O corpo, nesse caso, obedece a mente. E a sensação de conquista no final não tem preço.