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Geral

 

Há uma frase que gosto muito, de autor desconhecido: A mesma água fervente que amolece a batata, endurece o ovo. Assim é com as pessoas. Não são as circunstâncias que nos mudam, mas sim o que temos por dentro.

Parece mote de auto-ajuda (e na verdade pode ser mesmo), mas conhecer a si mesmo e tirar vantagem de suas peculiaridades e pontos fortes é a lógica mais fácil de se entender – embora possa ser uma lógica demorada de se aceitar.

Culpar a falta disso, a abundância daquilo, a dificuldade daquilo outro, não nos deixa mais próximos da mudança. Porém, reconhecer os desafios e considerá-los parte do processo é a grande atitude rumo ao sucesso.

Ninguém é perfeito (não adianta, não é!), mas por que não se desenvolver e se tornar a melhor versão de si mesmo?

O mais importante é ser você mesmo. Aproveitar-se do fato de que cada ser humano é único, diferente, singular, e focar na originalidade é um dos grandes segredos para se alcançar a auto-realização, a felicidade interna, os objetivos mais íntimos na vida.

Geral

Uma das únicas certezas que temos, em face de toda a trajetória do mundo, desde os primeiros indícios de vida na Terra até os dias atuais, é a de que o mundo não para. Lugares, valores, referências, sonhos, percepções, profissões, tudo continua constantemente mudando. E o maior desafio é entender como nós, seres humanos, podemos acompanhar tudo isso.

Uma iniciativa relevante é a plataforma Horyou, que se auto-denomina uma rede social do bem comum, constituída por um público internacional de internautas, organizações sem fins lucrativos e personalidades, envolvidos em promover o bem através da sua arte, ao compartilharem na plataforma online e ao participarem em eventos offline. A plataforma realiza periodicamente a Horyou Village e o SIGEF ((Fórum de Inovação Social e Ética Global). Na edição desse ano, que acontecerá de 23 a 25 de Outubro em Genebra, Suíça, os organizadores pretendem criar a oportunidade perfeita para repensar o futuro da saúde, da educação, da arte, do ambiente e do planeta em geral sob a ótica da inovação social e da sustentabilidade.

Ações como essa valem a reflexão sobre como, cada vez mais em qualquer campo de trabalho e em qualquer forma de sociedade, o mais importante é a inovação. Respeitando valores, crenças e promovendo a justiça.

O escritor desse blog teve a oportunidade de entrevistar o CEO da Horyou, Yonathan Parienti, e o bate-papo (originalmente realizado em inglês) segue abaixo:

Victor Gonçalves: Qual é a importância do SIGEF no cenário atual de crises econômicas, intolerância e descrença?

Yonathan Parienti: Muitas pessoas de todo o mundo estão mostrando prontidão para se comprometerem com a causa da inovação em benefício de todos. É de extrema importância no meio-ambiente atual destacarmos e darmos mais espaço aos cidadãos conectados através da Horyou e que estão indo ao SIGEF para ajudar a construirmos um futuro melhor. Em toda sua diversidade, e envolvidos em seu entusiasmo e comprometimento excepcionais, eles são a melhor resposta para a intolerância. Nós testemunhamos isso na edição do SIGEF do ano passado, e vamos viver isso novamente esse ano, com toda certeza. Inovação, quando acompanhada de valores humanos e empatia, é um dos melhores antídotos para crises econômicas.

VG: Qual foi a ação mais inspiradora que já aconteceu no SIGEF, desde sua criação?

YP: Bom, um dos melhores exemplos é Claire Mimboe Ndi-Samba, uma jovem senhora de Camarões, que ofereceu e ainda oferece toda sua energia e seu tempo para a causa de crianças, filhas de pais que estão presos, garantindo que elas mantenham laços fortes com suas famílias, especialmente com as mães, via Repcam – uma organização que ela fundou para esse propósito. Sua dedicação excepcional e sua ação em uma situação muito difícil e desafiadora, especialmente para uma mulher, lhe garantiram um prêmio no SIGEF 2014, ao qual ela se agarra com orgulho e gratidão. Ela diz que o reconhecimento lhe deu a força, a visibilidade e a assistência que ela precisava para continuar, quando estava seriamente pensando em desistir, por falta de consideração e suporte.

VG: O que uma pessoa pode fazer para contribuir com a sociedade onde vive?

YP: Pode começar cada dia com um sorriso e a boa vontade em saudar e curtir a vida, com a crença de que é possível nutrir e cultivar nossa paixão enquanto fazemos o bem para as pessoas ao nosso redor.

VG: Você tem um exemplo de mudança, melhora ou contribuição feita no Brasil, em aspectos de bem-estar para a sociedade?

YP: Em sua plataforma, a Horyou tem dedicado um ambiente especial para seus membros mais ativos, chamado Live & Dream (“Viva e Sonhe”, em tradução livre), onde eles têm a oportunidade de viver seus sonhos. Através dessa ferramenta única, e baseado em suas contribuições, interações, e publicações na comunidade Horyou, membros ativos podem ser convidados para viagens e eventos especiais. Em março de 2015, dois membros da Horyou foram designados a fazer parte de uma jornada pelo Brasil e pela Amazônia. Passaram algum tempo lá realizando filmagens e documentando o trabalho de três ONGs. Depois, se aventuraram pela floresta tropical, conhecendo a vida do povo Asháninka, liderados pelo “caçador de sons” e explorador internacional Christian Holl.

VG: Você acha que a juventude pode realmente mudar o mundo e o futuro das próximas gerações?

YP: Nós acreditamos fortemente que a juventude é e será envolvida na construção do futuro da humanidade. É por isso que temos que nos assegurar que eles possam se identificar com a sabedoria de seus antepassados, para conectar-se com eles e entender o curso da humanidade através da História e a suprema importância dos princípios de preservação da vida – o pilar para um futuro melhor para todos.

Geral

Não existe certo, pois para isso o resto tem que ser errado. E isso não é justo, não respeita o livre-arbítrio, e não respeita condições.

Em qualquer debate, independente da discussão, para todos os assuntos, incluindo crenças e difíceis escolhas, o mais importante é ponderar.

Quando ponderado, nenhum ponto de vista perde a força, nenhum ângulo se torna contraditório, nenhum julgamento cai na armadilha do egocentrismo.

Nem certo, nem errado. Mas mais importante.

Geral

Um relacionamento não sobrevive sem o comprometimento das duas partes. Respeito é fundamental para a longevidade de qualquer relação. Um namoro precisa de confiança e carinho. Lealdade é essencial para a construção de laços fortes entre um casal.

Mas o mais importante, em qualquer tipo de relacionamento que envolva amor, é a cumplicidade. Saber que o outro te entende, aceita, complementa, inspira, admira e apoia.

Feliz Dia dos Namorados!

Geral

Pode parecer idealismo, soar como ingenuidade e até beirar a utopia. Mas sem esperança, nada que o homem possa realizar no mundo tem a menor expectativa de sucesso.

Direta ou indiretamente, a educação é a maior causa dos problemas atuais do mundo, seja ela em instituições de ensino, em normas da sociedade ou dentro de casa com os familiares. É preciso arregaçar as mangas, e ter fé em um mundo melhor. Desistir não pode ser uma opção, afinal a responsabilidade é de todos, em cada momento.

Ter educação não é só saber ler, escrever, cumprimentar as pessoas na rua, passar em provas, entender de política e economia. É muito mais, e abrange todos os aspectos possíveis de um ser humano. Envolve paciência, respeito, disciplina e esperança.

O mais importante é acreditar na capacidade do ser humano, de se transformar, de reconstruir, de reeducar. Sempre.

Culinária

Restos de comida na geladeira. Preguiça de cozinhar. Vontade de comer algo rápido, fácil e gostoso.

Se na sua despensa você ainda encontrar um pouco de farinha e alguns ovos, então pronto, você tem uma deliciosa refeição.

Gastronomia à parte, e aulas de culinária que me perdoem por esse lapso, na cozinha o mais importante é improvisar. Qualquer mistura bem feita, com ingredientes que sobraram de outras refeições, e a ajuda de ovo e farinha de trigo, pode resultar em um divertido bolinho assado. E se for possível acrescentar arroz – integral, negro, vermelho, cateto etc – um bolinho de arroz diferente e saudável nasce como mágica.

Afinal, cozinhar tem mesmo um “quê” de feitiçaria, não é mesmo?

Arte

Uma maquiagem pode corrigir defeitos, disfarçar imperfeições, e esconder pontos fracos. Mas se feita da maneira correta, ela se preocupa principalmente em evidenciar pontos fortes, equilibrar a simetria do rosto, destacando a beleza natural de uma pessoa.

Há quem diga que maquiagem é futilidade, mas quando ela se alia a um trabalho de valorização da autoestima, o resultado é inegável: largos sorrisos e lágrimas nos olhos.

 Talita Valim é uma profissional do ramo, que realiza o trabalho de forma séria, inspiradora e divertida, envolvendo suas clientes em um universo de magia e bem-estar, respeitando suas particularidades, levando felicidade através de seus pincéis. Famosa nas redes sociais e fora delas, conquista fãs que a seguem e a recomendam.

Em termos de maquiagem, o mais importante é a autoestima. Usá-la como objeto de trabalho, ter o cuidado de encontrar a beleza interior da pessoa a ser maquiada, e externalizá-la da melhor forma possível, transformando sonhos em realidade.

 

Serviço:

Talita Valim no Facebook e no Instagram 

Fotografia: Jorge Queiroz e Dalila Capelini  | Modelos: Karina Flores e Talita Valim

Geral

Existem momentos na vida que nos inspiram a criar. Pessoas que nos inspiram a desejar. Lugares que nos inspiram a viver. Um dos segredos da vida é saber aproveitar esses momentos.

Um livro que leva paixão ao leitor. Um filme que esclarece questões ao espectador. Uma cena que libera instintos. Uma conversa que desperta a intuição. Tudo é válido.

Fernando Pessoa tinha toda a razão do mundo ao escrever que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Para viver, e não somente existir, o mais importante é sentir. O momento, as pessoas, o mundo. Independente de crença, condição ou situação. Simplesmente prestar atenção e elevar a alma. Ah, e agir.

Geral

Passado, presente e futuro. Três momentos que parecem independentes, mas que são, acima de tudo, conectados. O presente é o passado do futuro, e o futuro não existe sem presente. Dito assim, parece óbvio ou ligeiramente confuso, mas a vida é feita desse jogo de instantes, do qual as escolhas de cada um dependem, e no qual elas inevitavelmente interferem.

Em relação às decisões da vida, o mais importante é o desapego. Principalmente ao passado. O que já foi vira experiência, vira vivência, vira história. E especialmente quando falamos em seguir em frente, não existe outra solução se não usar o presente para deixar que o passado cumpra seu dever de ter existido, abrindo espaço para que o futuro chegue e tome conta da história, tornando-se um presente.

Culinária

Fazer pipoca pode ser uma arte. Fazer com que todos os grãos estourem sem, garantir que fiquem bem macios ao invés de murchos, e não permitir que queimem no fogo são desafios para quem não tem o costume de estourar pipoca em casa. E não parece tão simples seguir a recomendação de uso das embalagens.

Eu faço questão de sempre acompanhar um filme ou seriado com um balde de pipoca, e por isso já errei e acertei várias vezes. Até que cheguei a uma conclusão: ao estourar pipoca, o mais importante é o óleo. Ele não deve estar muito quente quando se coloca o milho na panela, e principalmente não deve ser colocado em menor quantidade do que o necessário para cobrir os milhos, e nem em quantidade excessiva, se não o resultado é uma pipoca murcha. Ah, e misturar dois tipos de gordura, como por exemplo óleo e manteiga, ou óleo e azeite, não costuma dar certo.

Então atenção ao óleo, a grãos de boa qualidade, e dê adeus aos piruás.