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Ao entrar na exposição “The Art Of The Brick”, do artista contemporâneo americano Nathan Sawaya, o visitante se depara com recriações de grandes obras de Da Vinci, Van Gogh e Munch, e ao primeiro olhar as obras já encantam. Impressionam pelo fato de se assemelharem muito com as originais, apesar de serem construídas apenas com peças de Lego.

A seguir, Sawaya brinca com diversos períodos da história da arte, com construções planas ou tridimensionais, respeitando as principais características de cada artista.

Por fim, apresenta obras próprias, que discutem filosofia e metalinguagem, com peças criando ilusões de ótica, texturas e movimento de forma muito particular.

Em “The Art Of The Brick” o mais importante é a magia, capaz de, à distância, transformar os ângulos retos das peças em curvas, e enganar a percepção do olho humano, que sai acreditando ter visto detalhes teoricamente impossíveis de serem reproduzidos com tijolos de brinquedo.

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Imagine um lugar que reverencia os melhores ingredientes da cozinha italiana. Agora acrescente um mercado, uma lanchonete, uma feirinha de verduras, um açougue, uma peixaria, uma loja de decoração, uma sorveteria e um disputado restaurante na cobertura. Se estiver em Nova York, esse lugar é o Eataly.

Respeitando o conceito de alta cozinha, seu fundador, o italiano Oscar Farinetti, criou o conceito desse lugar que valoriza boas matérias-primas em detrimento de sabores mascarados ou muito alterados na preparação de alimentos.

Com preços não muito baixos, mas justos pela qualidade artesanal, o local se assemelha a uma grande loja de departamentos  mas com visual de uma praça italiana, e só vende ingredientes que vêm da Itália (no caso dos industrializados) ou são produzidos e processados de acordo com as tradições de lá. Por isso, no Eataly o mais importante é a experiência. Seja a de degustar uma elegante tábua de frios tomando uma taça de vinho em meio à “loucura” da praça térrea, a de escolher a sobremesa mais bonita nas vitrines repletas de verdadeiras obras-de-arte, ou a de deliciar um dos elaborados pratos do restaurante da cobertura, apreciando a luz do pôr-do-sol de Manhattan.

 

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Dos mesmos criadores do Central Park (isso mesmo, os dois parques foram projetados e construídos “artificialmente”), o Prospect Park, no Brooklyn, é um show à parte para quem se arrisca a conhecer mais do que Manhattan em uma viagem a Nova York.

Não tão grande quanto seu irmão mais velho, pode ser mais agradável de se visitar, especialmente na Primavera, quando os extensos gramados ficam repletos de árvores floridas e visitantes em busca de um lugar ao sol (sem trocadilhos).

Com espaços reservados a esportes, atividades educacionais, concertos ao ar livre e o único lago do Brooklyn, o mais importante do parque é a atmosfera. Um elegante bosque que convida os mais ativos a uma atividade física cercados pela natureza, e os mais tranquilos ao relaxamento e descanso à sombra de uma bela árvore.

Para conhecer mais do Prospect Park: www.prospectpark.org

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O High Line é um parque elevado e linear construído sobre uma área de aproximadamente 2 quilômetros a sudoeste da ilha de Manhattan, onde antigamente funcionava a linha de trem West Side Line. Após desativada, em meados dos anos 1980, essa linha passou a contribuir para a degradação da região. Vinte anos depois, após um movimento da vizinhança contra sua demolição, um grupo de moradores foi formado e após mais dez anos de luta, o parque foi construído.

Do Meatpacking District ao bairro de Chelsea, os visitantes podem percorrer uma grande passarela de madeira apreciando jardins suspensos (ainda mais belos na primavera), prédios que abraçam o caminho (a passarela passa por dentro/baixo de alguns edifícios) e sua arquitetura singular. De quebra, ainda podem ver parte da cidade de Nova York de um ângulo privilegiado.

Mas quando se fala sobre o High Line, o mais importante é a reinvenção pela qual a região passou, graças à iniciativa e participação da comunidade ao redor. A recuperação do local resultou na transformação do bairro e no desenvolvimento imobiliário e econômico do seu entorno. Exemplo de sucesso, esse estilo de parque está sendo pensado para outras cidades americanas.

Para saber mais sobre a associação de moradores, acesse www.thehighline.org

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Sempre ouvimos que “saber falar é importante, mas saber ouvir é fundamental”. Isso é perceptível com a passagem do tempo, o amadurecimento e experiências positivas e negativas que se acumulam em nossas vidas. Essa máxima é válida para quando se dialoga com um amigo, quando se discute com o parceiro, e, fazendo uma analogia, para quando se visita uma megalópole, como por exemplo Nova York. Como uma das maiores e mais populosas cidades do mundo, o barulho nas ruas é constante, e quem não consegue escutar, pode acabar se perdendo. No diálogo ou nas ruas.

Nada mais turístico – e necessário, pelo menos uma vez – na cidade, do que visitar o Empire State ou o Top Of The Rock, ambas atrações que consistem em subir ao topo dos dois prédios mais altos atualmente (desconsiderando o novo complexo do WTC), e apreciar a vista.

Ao se deparar com uma cidade da magnitude de Nova York, do alto, o mais importante é ouvir. Ouvir a força do silêncio, e conseguir perceber as linhas, as cores e os caminhos da cidade, coisas que só se consegue fazer com a ausência do som. Claro que, dependendo do horário e dia da semana, até no topo desses prédios é um desafio ouvir algo que não seja flashes de câmeras fotográficas e gritos de turistas impressionados. Mas vale a pena tentar, a recompensa é garantida. E a beleza da experiência, gratificante.

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Ir a Nova York e não assistir a pelo menos um musical da Broadway é considerado um desacatado à cidade. Conhecida mundialmente por seus famosos espetáculos, a região da Broadway é lugar obrigatório para quem aprecia arte, música e teatro.

Mas já ouvi algumas pessoas criticando musicais, por achá-los aquém do esperado. Bom, é sabido que grandes expectativas geram grandes desilusões, mas não acredito que esse seja o caso. Mesmo assim, existem alguns segredos, que acredito serem fundamentais para um bom espetáculo.

Em primeiro lugar, comprar os tickets pela internet ou diretamente na bilheteria é a forma mais fácil, mas a menos econômica; a dica é chegar cedo a um dos pontos-de-venda da TKTS, um fundo de apoio ao desenvolvimento do teatro de lá (existe um em South Street Seaport, um embaixo da escadaria vermelha da Times Square, e um no Brooklyn), e comprar ingressos com até 50% de desconto – claro que não são todos os shows que ficam disponíveis todos os dias, e deve-se levar em consideração um tempo na fila, mas em geral é possível conseguir poltronas bem localizadas e próximas ao palco. Em segundo lugar, se você não é fã de teatro ou não entende bem a língua inglesa, opte por espetáculos mais conhecidos, assim conseguirá acompanhar melhor a história. E em terceiro lugar, uma boa companhia pode fazer a diferença.

Mas o mais importante é se envolver. Se deixar conquistar pelas músicas – sempre o ponto forte das apresentações, uma vez que a orquestra toca ao vivo – e se entregar ao humor, romance ou suspense da história contada.

Intimistas ou grandiosos, os musicais da Broadway sempre despertam no espectador a magia do teatro, embalada pela melodia da trilha musical. Um programa que vale o investimento.

 

Serviço:

Tkts http://tkts.com/TDF_ServicePage.aspx?id=56

Broadway http://www.broadway.com